Campus Party Brasília se firma como a segunda maior edição do país

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Evento reuniu mais de nove mil campuseiros e 90 mil pessoas no Estádio Mané Garrincha

Terminou no último domingo (1º de julho) a segunda edição da Campus Party Brasília, maior experiência tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. O evento reuniu mais de 9 mil campuseiros na Arena e contou com mais de 300 horas de atividades entre palestras, workshops, hackathons, entre outros. Com um dia a mais de programação na área Open do que na edição passada, o evento superou todas as expectativas de público e se firmou como a segunda maior edição do país, perdendo apenas para a edição nacional, com mais de 90 mil pessoas presentes, 50% a mais do que em 2017.

É claro que não podia faltar a foto tradiciomal. Foto: Beto Nociti
Equipe de imprensa do Banco Central na Campus Party

“Estamos muito felizes com os resultados dessa edição. Os campuseiros de Brasília adotaram o evento, engajaram-se em todas as atividades, lotaram os palcos e participaram ativamente dos workshops. Eles nos inspiram a buscar atrações e atividades novas e que atendam as expectativas de todos na próxima edição”, comenta Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party.

Destacam-se as presenças de Chance Glasco, um dos desenvolvedores do jogo Call of Duty; Paco Ragageles, CEO e cofundador da Campus Party; Margarida Campolargo, arquiteta e Chefe da Unidade de Cidades Inteligentes do Porto Digital; Ricardo Cappra, cientista de dados brasileiro que trabalhou nas duas campanhas de Barack Obama; Dado Schneider, doutor em Comunicação e Campuseiro; Andreas Tjeldflaat, arquiteto, designer de produtos e engenheiro norueguês que acredita nos poderes da empatia, comunidade e tecnologia; e Alcyon Junior, gestor de segurança da informação do SEBRAE.

Outro destaque da programação foram os quatro hackathons (Data4Good, Parlathon, Hacka Saúde e Blz! Brasília Lixo Zero) que juntos tiveram recorde de participação, com mais de 40 equipes. A premiação do Data4Good, uma parceria do CAPPRA LAB e a Unicef para desenvolver soluções baseadas na análise de dados abertos, com foco na Educação Pública do país, contou com a presença do Ministro da Educação, Rossieli Soares.

A Campus Party Brasília é uma iniciativa do Governo de Brasília e conta com a parceria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, da Use Telecom e da Telebrás.

Personagens da Turma da Mônica estavam espalhados pela Open Campus. Foto: Beto Nociti

Open Campus

As mais de 90 mil pessoas que passaram pela área Open, entre 28 de maio e 1º de julho, encontraram uma intensa programação para se divertir e conhecer mais de perto o que são e como funcionam as novas tecnologias. Não faltaram atrações, como as corridas e batalhas de drones, simuladores de corridas, entre outras opções como os curiosos e inovadores projetos acadêmicos da Campus Future e as dezenas de startups da Startup&Makers. O espaço também recebeu palestras, que trouxeram o que há de mais inovador em matéria de educação no país, dentro da área Educação do Futuro. “Nosso objetivo é contribuir para o debate de como melhorar a educação, apresentando para pais, alunos e professores soluções e ferramentas agregadoras e inclusivas que vem se destacando como diferenciais nas salas de aula de todo o país”, complementa Tonico.

Meu lado geek pira! Foto: Beto Nociti

Include

Na tarde de sábado (30 de junho) foi realizado o lançamento nacional do Include, projeto que consiste na criação e montagem de laboratórios de robótica para aproximar jovens (menores de 18 anos) moradores de comunidades carentes da tecnologia e que tem como objetivo identificar gênios dentro das áreas menos favorecidas do país. A ideia é viabilizar o ingresso desses jovens no mercado de trabalho e, mais do que isso, prepara-los para que consigam levar soluções para a própria comunidade usando a tecnologia, sem depender da ajuda externa. No início de junho foi inaugurado, na Vila Marinha, o primeiro laboratório de Brasília, sendo que outros quatro serão entregues até o fim desse ano. “Nossa meta é levar o projeto a todas as cidades brasileiras chegando em dois anos a 10 mil laboratórios”, explica Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

Sustentabilidade e rumo ao Lixo Zero

A Campus Party, em parceria com o MCTIC, realizou uma campanha de troca de equipamentos e acessórios de tecnologia antigos por ingressos que culminou na arrecadação de mais de 2 mil itens ou 8 toneladas de resíduos eletrônicos, entre monitores, CPUs e notebooks. Esses itens passarão por uma revitalização e serão distribuídos para postos do Programa Include e Telecentros espalhados pelo Estado.

Além disso, pela primeira vez, a Campus Party fechou uma parceria com a Aliquam Soluções em Meio Ambiente, empresa de consultoria ambiental, com o objetivo de realizar de forma correta o gerenciamento de resíduos sólidos produzido durante os cinco dias de evento, reduzindo o volume total destinado ao aterro sanitário.

Com informações: Virta Comunicação Corporativa

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